História do Movimento Sindical
Já na Idade Média, surgem as corporações medievais na Itália que depois se estendem por toda a Europa tendo como principais características a oposição ao Estado Medieval, manejado pelos ricos e militares, a autonomia na elaboração dos seus estatutos e no traçar seus programas, cuja finalidade principal era a de garantir e ampliar os direitos e privilégios dos seus participantes e de controlar o mercado produtor. As corporações atravessaram toda a Idade Media e só foram extintas com a Revolução Francesa ocorrida em 1789. Os Colégios Romanos, as Guildas Alemãs e as Corporações Medievais ofereceram grande contribuição e valor histórico ao sindicalismo. É certo admitir que o sindicalismo contemporâneo tem suas raízes em todas as tentativas de vida em grupo, realizadas pelo homem em defesa de seus interesses e direitos.
O esforço do homem em busca da sua valorização, da conquista de seus direitos e da defesa de seus interesses são elementos comuns no associativismo que possibilitaram a busca da humanização e do exercício da cidadania. Somente no final do século XVIII, essas experiências no campo da defesa profissional surgem novamente, adquirindo expressão, e passam a ter o nome de sindicatos.




